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A chave do êxito

A beleza pode levar-nos a conseguir quase tudo o que desejamos – e agora psicólogos britânicos afirmam que ter dentes bonitos ajuda ao milagre. Mas não se fie na dentuça: é bom que tenha algo mais para oferecer...

Por Fábio Moreira

INDEPENDENTE de 13 Janeiro 2006

 
 

Que a beleza nos favorece para atingirmos alguns objectivos em vários campos da vida, seja no amor ou para conseguir certo emprego, não é novidade para ninguém. Agora, um grupo de psicólogos do King's College, em Londres, efectuou um estudo que vai, aliás, nesse sentido. Segundo as conclusões da equipa, quem apresentar um atraente sorriso, repleto de dentes bonitos e bem alinhados, está no caminho certo para ter sucesso na vida. Cem voluntário analisaram fotografias de vários indivíduos e as opiniões foram unânimes: quem apresentava uma dentição em mau estado valeu-lhe uma classificação de pouco inteligênte, menos popular e menos integrado.

Por detrás do rosto. Para Vasco Soares, psicoterapeuta e professor de psicologia no ISLA (Instituto Superior de Líguas e Administração), “a beleza é o que marca o outro num primeiro contacto, quando as pessoas não se conhecem, numa altura em que ainda há pouca informação sobre a pessoa”. Nessas ocasiões “só o aspecto físico nos liga a essa pessoa, e como somos atraídos por coisas belas acabamos por ficar interessados pelas pessoas mais bonitas”, continua o professor universitário.

A condição física pode levar ao êxito mas também pode enganar acerca do que alguém é, pois por detrás de um físico bonito pode esconder-se uma personalidade pouco interessante. Vasco Soares Justifica que, “em alguns casos, há uma experiência de decepção com alguém depois de se ter feito um pré-juízo baseado apenas no aspecto físico. Tal pode levar, no futuro, a que quando encontramos uma pessoa bonita ficamos com reservas sobre a sua maneira de ser”. Ou seja, se a pessoa não tiver realmente valor o desempenho profissional e social falhará mais tarde ou mais cedo, pelo que essa chave pode ser falsa. Agora se as capacidades estiverem lá então a beleza corporal pode dar um grande empurrão.

Imagine-se um empregador na fase de contratar alguém. “Se for para uma função em que tem de se dar a cara ou estar em contacto com os outros a beleza pode assumir importância”, diz o psicoterapeuta. Porém, “há também que ter em conta o profissionalismo, o que supõe padrões de observação mais exigentes”. Do ponto de vista social e pessoal, há que não esquecer que o bom aspecto físico favorece o indivíduo ao longa da vida, o que acarreta também mais confiança, tornando a pessoa “uma peça mais forte no xadrez do mundo, conseguindo colocarmo-nos melhor”, avalia Vasco Soares. Da mesma maneira, em muitos casos “os feios podem tornar-se menos confiantes e mais inibidos, tendo maior dificuldade em construir o sucesso seja em que campo for”, acrescenta o docente.

Compensação. De qualquer modo, há outros instrumentos que podem surgir em favor dos menos providos de beleza física. “Podem destinguir-se, revelando capacidades acima da média, ou então desenvolver uma grande arte na comunicação. Ou ainda ter boa-disposição, cativando desta forma os outros”, refere Vasco Soares ao Saúde. E exemplifica: “Há homens que, embora não sendo belos, conseguem conquistar as mulheres devido às suas capacidades de comunicação” (a chamada “lábia”).

Mas deixando de lado a questão da beleza física, há outros valores que não devem ser descorados: a higiene oral, por exemplo. Joana M., de 20 anos, é estudante de Psicologia em Coimbra e afirma lavar “sempre os dentes depois das refeições e pelo menos uma vez por dia usar fio dental”. Cuidados simples que fazem a diferença, aos quais deveriam juntar-se alguns cuidados com a alimentação. Assim, os especialistas avisam que o abuso de alimentos açucarados deteriora os dentes e o café, chá, vinho, tabaco e alimentos muito pigmentados destroem a sua brancura. Outra regra básica é consultar regularmente o dentista. Aqui Joana Mendes não é um bom exemplo pois, segundo diz, “fiz uma limpeza há um mês mas não ia ao dentista desde os 14 anos”, confessa.

 

 

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